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O ChatGpt é inimigo do Social Media? Entenda de uma vez por todas

Introdução

Sabemos que a Inteligência Artificial é a maior aliada dos profissionais criativos como Social Media, redatores/copywriters, redatores SEO, gestores de tráfego e publicitários.

Mas sabemos também que a Inteligência criada pela Open AI, além de revolucionar o mercado, traz uma dependência para a maioria das pessoas.

Infelizmente, a criatividade está sendo colocada em cheque. Isso é péssimo por conta do mercado brasileiro ser movido a resultados.

Mas é perfeito para criativos que querem fazer a diferença. Sabe o por quê?

A concorrência pela criatividade diminui e você, que eu sei que é uma pessoa criativa, vence a batalha na hora de fechar um cliente, por exemplo.

Neste artigo de hoje, quero conversar com você para esclarecer se o ChatGPT é ou não inimigo do Social Media.

Antes de tudo: o que é o ChatGPT?

ChatGPT é uma inteligência artificial criada pela OpenAI que gera textos, ideias, resumos, roteiros, e até código, com base em comandos (os famosos prompts).

Ele ficou popular justamente porque responde rápido e com qualidade acima da média — dependendo de quem pergunta, claro.

ChatGPT é o novo vilão do marketing ou só mais uma modinha?

Por que essa pergunta assombra o profissional de marketing? Em 2025, o número de infoprodutos que vendem prompts para o ChatGPT caiu muito. Isso por si só já nos mostra que a ferramenta não pode ser só explorada para criar conteúdo para um Instagram da vida, por exemplo. Mas afinal, como usar o ChatGPT sendo Social Media?

Aqui no Social Media Marcos, utilizo a ferramenta para gerar ideias para campanhas, descrever posicionamento de marcas, deixar planejamentos de marketing bem definidos por etapa e ajudar a encontrar melhores nomes para infoprodutos que vou lançar no decorrer do ano.

Segundo um dado da Uniaeso o Brasil é o quarto país que mais acessa o ChatGPT no mundo e você pode ter certeza que o Social Media e o profissional de marketing são bem responsáveis pelo número.

O problema não é usar a ferramenta, mas sim, fazer dela uma espécie de funcionário. Por quê? Pense que não queremos ser substituídos por ninguém, muito menos por alguém que tem, infinitamente mais, dados e recursos do que um ser humano. Então por qual motivo o ChatGPT faz o seu serviço de criador de conteúdo e Social Media?

Percebe que é muito mais fácil você aprender a como usar a ferramenta para criar coisas diferentes do um concorrente, por exemplo?  Sei que é tentador criar e-mails, posts para blogs e conteúdos para as redes sociais em segundos. Mas isso pode custar uma coisa que marcas pessoais e marcas corporativas precisam ter: a autenticidade.

Para usar o ChatGPT, sendo um Social Media, é necessário ter uma noção maior sobre marketing como estratégia. É mais fácil você criar títulos para vídeos do que escrever roteiros com ele, por exemplo. Um roteiro escrito por um humano vai se conectar com dores reais das pessoas que estão do outro lado da tela.

Mas afinal: ele substitui o social media?

Um breve spoiler: NÃO! Ele não substitui ainda. As big techs como a Google dizem que até 2030, os humanos não serão substituídos por máquinas em geral (o seu programa o A.G.I. ficará pronto neste ano) deixei esse artigo aqui para você saber mais

ChatGPT é rápido. Mas você é estratégico. O ChatGPT pode até te dar ideias, mas ele não conhece seu cliente, não lê métrica, não sente o tom da marca, não assiste Stories, não sabe o que viralizou na quebrada ou em Alphaville e não sabe nada sem você dar informação para ele. Inteligência artificial não é inteligência emocional, social ou cultural. E social media bom é tudo isso junto.

5 motivos para você parar de ter medo do ChatGPT

Ele ajuda no brainstorming

Sabe aquele branco criativo na segunda-feira às 9h da manhã?
O Chat pode te dar uns ganchos de pauta pra quebrar esse gelo.

Ele economiza tempo com tarefas operacionais

Precisa montar 5 variações de CTA ou organizar um calendário temático?
Pede ajuda pra IA. Você foca no estratégico.

Ele não tem contexto

A IA não sabe que o cliente odeia emoji, que o concorrente lançou uma promoção ou que o vídeo do CEO flopou ontem.
Quem sabe isso é você.

Ele não cria conexões reais

Pessoas seguem pessoas.
E você sabe como escrever um post que faz o seguidor pensar:

“Caraca, parece que foi escrito pra mim!”

Ele não estuda por você

Pessoas seguem pessoas.
E você sabe como escrever um post que faz o seguidor pensar:

“Caraca, parece que foi escrito pra mim!”

Você acha que o ChatGPT sabe o que rolou no último evento de marketing?
Ele não assistiu à sua mentoria, não testou botão verde vs botão laranja no Meta Ads.

Você tem repertório. A IA só tem base de dados.

A real: o ChatGPT não é inimigo. É estagiário (e dos bons)

Lembra que disse sobre ele ser seu funcionário.

Pense que ele é um estagiário e delegue tarefas simples, mas que vão te tomar tempo para resolver.

Assim como escrevi antes, coisas como organizar pensamentos dentro de uma campanha, ideias de títulos, CTA’s para posts ou nomes para infoprodutos, são coisas que, no meu tempo (entreguei a idade agora) deixavam a gente muito atarefados e com uma agenda apertada, já que identificar algo coerente estava dentro de um trabalho maior de pesquisa.

Então, como usar o ChatGPT a favor do seu trampo?

  • Crie briefings mais ágeis com ajuda dele

  • Peça ideias de pautas baseadas no seu nicho

  • Reúna as informações do briefing e peça para que mostre qual tom de marca essa marca pode ter na mídia social.

Conclusão: IA não rouba trampo. Rouba quem não se atualiza

O mercado muda. Sempre mudou.
Quem era designer de panfleto virou designer de social.
Quem era editor de DVD virou editor de Reels.
E quem é social media que entende de conteúdo + estratégia + dados + ferramenta, vai continuar crescendo.

O ChatGPT não é o fim. É só mais um começo.

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