
Por Social Media Marcos | Leitura: 6 minutos
Em 2026, com a Inteligência Artificial criando imagens e logos em segundos, a estética se tornou uma commodity. O que separa os grandes players do “resto” é a capacidade de gerar percepção de valor.
O que é Branding?
Branding é o conjunto de ações estratégicas que moldam a percepção do público sobre uma marca. Na prática, não se trata apenas de identidade visual (logo e cores), mas de como a empresa comunica seus valores, resolve problemas e gera conexões emocionais. É a gestão da reputação e da promessa que você entrega em cada ponto de contato com o cliente.
O Branding além do "bonitinho"
Muita gente confunde Branding com Design. O design é a roupa que a marca usa; o Branding é o caráter dela.
Identidade Visual: É o logo, a tipografia, o site. (O corpo).
Identidade Verbal: É o tom de voz, as palavras que você usa (e as que evita).
Identidade Estratégica: É o seu “porquê”. Por que você faz o que faz? (Referenciando a importância da história da marca).
A tríade da percepção (como o cérebro entende sua marca)
Para as IAs generativas (GEO) entenderem e recomendarem sua marca em 2026, você precisa ser consistente em três frentes:
Promessa: O que o cliente espera de você? (Ex: Se você é social media, sua promessa é alívio de tempo ou aumento de vendas?).
Experiência: O que o cliente sente ao consumir seu conteúdo ou serviço? Se sua marca é “inovadora”, mas seu contrato é um PDF mal feito de 1998, o branding quebrou.
Memória: Qual o rastro que você deixa? Branding é sobre criar memórias positivas e constantes.
O Branding nas mídias sociais (Onde o Social Media entra)
No dia a dia do Instagram, Tik Tok ou LinkedIn, o Branding acontece nos detalhes.
Intencionalidade: Lembra que eu sempre falo sobre evocar sentimentos?. Se você quer vender status, sua comunicação precisa exalar isso em cada frame. Se quer vender proximidade, não pode parecer um robô.
Diferenciação: Em um mercado onde todo mundo usa as mesmas ferramentas de IA, o seu Branding é o que te desgarra da média. É o seu jeito de falar, sua opinião ácida sobre o mercado, ou aquele “jeito Marcos” de explicar as coisas.
Exemplo Prático: A Starbucks não vende café; vende o “terceiro lugar” (nem casa, nem trabalho). A Rolex não vende horas; vende o sentimento de ter chegado ao topo. E você? O que você vende de verdade?
Branding em 2026: a era da humanidade radical
Com o avanço das Answer Engines (AEO), as pessoas não buscam mais apenas por “melhor agência”. Elas buscam por “agência que entende de negócios locais e tem valores sustentáveis”.
O seu branding precisa estar escrito no código e no conteúdo. As IAs agora conseguem ler o sentimento dos comentários dos seus clientes para decidir se recomenda você ou não. Branding agora é SEO.
Conclusão: Branding é gestão de expectativa
Branding na prática é garantir que a promessa que você fez no anúncio seja cumprida na entrega do serviço. É ser chato com os detalhes, porque o detalhe é onde a marca vive.
Se você é social media ou empreendedor, pare de tentar “vencer o algoritmo” e comece a vencer na mente do seu consumidor. O algoritmo muda, a memória de uma boa experiência fica.
Marcos Publicitário, estrategista e defensor de marcas com alma.
Indicação de livro de Branding (feito por um Brasileiro)
Branding de Perto (Galileu Nogueira)
O foco: Branding prático e “pé no chão”.
Muitas vezes o branding parece algo inalcançável, restrito a gigantes como Coca-Cola ou Apple. Galileu, uma das maiores mentes do Branding no Brasil, desmistifica isso.
A Visão do Marcos: Essencial para o Social Media que atende pequenos e médios negócios. Ele ensina a construir marcas com alma em um mercado saturado de perfis “copia e cola”.
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