Quando estamos começando o nosso trabalho, principalmente no marketing digital, sempre precisamos entender algumas coisas como:
- Área de atuação que vamos entrar
- Como adquirir conhecimento com profissionais que realmente são qualificados e
- Quais as melhores maneiras de crescer profissionalmente
Essa última questão quero conversar mais com você nesse texto.
Agora, uma coisa que não aprendemos durante esse caminho é como organizar nossa agência de social media, agência de marketing ou eugência (como você preferir chamar).
Por isso, convidei a Nathália Marques, fundadora da Yellow Fox, agência de marketing digital e criadora do perfil @academiasocialmedia para participar do podcast “Hey, Social Media” e nos contar sobre como foi sua transição de CLT para sua própria agência.
Um relato
Um relato… Quando comecei, em 2019, não fazia ideia de que teria um projeto direcionado aos social media.
Tudo foi se formando com o tempo e, hoje, 6 anos depois, estou firme e forte com a firma em dia (hoje sei como, mas até 2022, não)
Apenas neste ano decidi procurar livros e treinamentos que me fizessem entender como deixar o projeto profissional, estruturando para oferecer serviços como agência e como escola.
Por isso, você me encontra nos canais:
Tudo que precisamos entender é que nosso público tem diferentes comportamentos na questão de como consumir conteúdos. E por isso, diversificar sua comunicação, é super importante para alcançar seus objetivos como uma marca.
Como disse, precisei estudar sobre negócios. Por isso, vou compartilhar neste texto o que aprendi com a Nathália Marques em uma entrevista para o nosso Podcast.
A entrevista começou com uma pergunta bem peculiar: por que sair da CLT?
Nath trouxe um raciocínio que mais de 90% dos profissionais de marketing e publicidade têm enquanto estão dentro de uma agência.
Para ela, o caminho estava muito estreito e sua sanidade mental já não estava boa.
Nathalia Marques: “Sempre quis trabalhar com escrita e as redes sociais me mostraram que esse caminho poderia ajudar e muito por conta do dinamismo”.
“Mas, durante o tempo de agência, sofri com muitos problemas de ambiente. Pessoas querendo passar a perna umas nas outras, trabalho extra não remunerado (a famosa pizza de jantar) e falta de profissionalismo.”
“Isso me fez procurar ajuda na terapia para poder aguentar o dia a dia corrido e complicado dentro do mundo das agência e empresas.”
Se você não vem do meio das empresas ou agências, esses relatos são muito comuns, infelizmente.
Quando perguntei como foi seu começo, na transição de CLT para Eugência, Nath trouxe que, o primeiro passo, é fechar alguns trabalhos freelancers para saber se isso é mesmo o que você deseja.
Por que é importante destacar isso em um texto como esse? Quando você vira uma agência, você passa a receber um pouco mais, mas, com isso, você vai trabalhar mais e em horários que não são os tradicionais, como noites nos dias de semana, finais de semana e feriado.
Dito isso, Nath conta que percebeu muitos mais benefícios ao entrar no modo PJ.
“Percebi que não cumprir horário, poder me dar um aumento de salário ao fechar com mais clientes, marcar reuniões úteis e que teriam importância, além de me ajudar a ter um psicológico melhor ainda me dariam muito mais liberdade para, até mesmo, selecionar o tipo de cliente.”
Sobre enfrentar o mercado de trabalho
Seguindo o papo, quando perguntei sobre como era encarar o mercado de trabalho em São Paulo, ela trouxe esse raciocínio aqui:
“São Paulo é um mercado promissor e competitivo pelas empresas, por conta que elas ainda não tem uma maturação no quesito marketing”.
“As empresas acham que o investimento hoje, mesmo ela não fazendo nada durante muito tempo, precisa trazer um grande resultado amanhã.”
Sobre esse assunto, você não precisa estar dentro do universo das agências para já ter escutado algo parecido.
Perguntei também sobre o principal motivo para ela criar a agência dela em meio a tudo isso.
“No começo, não queria ter uma agência. Queria apenas conseguir uma grana extra para poder comprar minhas coisas e fazer algumas viagens.”
“Não queria ter a mesma experiência dentro das agências, só que do outro lado, sabe?”
“Criei a eugência por conta da ajuda do meu marido que me fez o questionamento: você já não está trabalhando com seus clientes? Pense que todo começo vai ser com um número baixo, e você vai poder conquistar mais nos próximos meses.”
Assim como mais das 90% de Agências de Social Media nascem.
Quando pedi para ela deixar algumas dicas sobre como criar sua eugência, ela nos trouxe isso aqui:
“Hoje é preciso entender seus processos, saber qual vai ser o organograma da sua agência, entender o que é pessoa física e o que é pessoa jurídica, entender sobre como ser MEI, sobre como ser ME e todas as tributações que cada uma tem.”
“Tudo isso para que você não precise voltar para o CLT e seguir firme com o trabalho que você tanto deseja fazer.”
Lembrando que esse é apenas um recorte de tudo que ela disse no episódio 14 do Podcast Hey, Social Media, que você pode escutar clicando no banner aqui embaixo.
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